“Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade, ele nos ouve. E se sabemos que ele nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que temos o que dele pedimos.” 1 João 5:14-15

“Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus” (v.14a).

O povo de Deus pode aproximar-se de Deus com liberdade e com medo respeitoso. A palavra confiança (v.14, parrésia), fala de audácia e tem a ideia de falta de vergonha (2:28; 4:17), permite franqueza, clareza, e uma abertura que leva a falar claramente sem encobrimento (3:21; Marcos 11:24; João 11:14).

Esta audácia é confiança naquele que nos amou e deu o seu Filho por nós. João a usa outras três vezes na sua Epístola falando sobre: –

∙ Libertação da vergonha, (2:28)

∙ Franqueza e abertura, (3:21)

∙ Confiança no dia do juízo, (4:17).

Ousadia – súplica – é a oração intensa, sincera e urgente do coração e está cheia de ousadia. Não levará um ‘não’ como resposta. Ana estava desesperada quando orou! Jesus disse ‘o Reino dos céus é tomado à força, e os que usam de força se apoderam dele‘. Há coisas que não teremos ou obteremos, a menos que as peçamos com sinceridade: ‘Peça-a, porém, com fé, sem duvidar‘.

Todas as orações devem ser feitas em nome de Jesus Cristo pela fé. As grandes e preciosas promessas de Deus em Cristo nosso Senhor ressuscitado devem ser possuídas (Hb 11:33; 2 Pedro 1:4). Pede-se ao povo de Deus que procure a fim de encontrar: “A teu respeito diz o meu coração: ‘Busque a minha face!’ A tua face, Senhor, buscarei.” (Sl 27:8).


Foto de Naassom Azevedo no Unsplash

Rev Ian S McNaughton is presently serving as the Vice-Chairman of Barnabas Fund in the UK.